quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Virada de ano
Aconteceu de novo. O espaço em volta parecia um desses céus que lembra Pandora, a cidade inventada de Avatar, o filme. Dessa vez era noite. Estávamos no meu paraíso particular: Sorocotuba. Tudo ao redor parecia ter um brilho diferente, uma outra dimensão diante dos seus olhos, as pessoas ficam sinceras e falam diretamente ao coração. Não há rótulos sociais, apenas seres que se amam. Não há preocupação, nem dor. Não há noção de tempo. Os olhos brilham, talvez sejam eles os grandes refletores que iluminam tudo a sua volta, como se fossem lentes refletindo o grande amor e a alegria que vem do coração. Penso nas músicas de Nando Reis e Lenine, que falam com a alma. De novo a certeza de que tudo dará certo. Final de ano é definitivamente um período propício para essas sensações, basta estar aberto e conectado com a natureza, que acontece. Confissões à meia-noite, ganho uma estrela, a primeira e única do céu e da noite. Levarei pra sempre comigo, ganho também outro presente, mas esse é segredo, também guardo pra sempre comigo. E sigo sem nunca mais falar. O que importa já passou e nunca mais virá.
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